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Ano Bissexto
Sempre achei que as pessoas nascidas em 29 de fevereiro eram especiais, assim como as canhotas, as alérgicas à lactose, e todas as outras "minorias".
Se eu fosse nascida nesse dia, com certeza faria mega-festas de aniversário, afinal os três anos sem comemorar tem que ser compensados. Nada mais justo.
Hoje é que me preocupei em saber o porque de existirem anos bissextos. Devo ter aprendido isso na escola, mas já havia me esquecido.
Na verdade, um ano não tem apenas 365 dias. O ano tem 365 dias e MAIS 6 HORAS!!!!!
O que fazer então com essas seis horas a mais , que vão se acumulando à cada ano? Oras...Nada mais lógico do que deixá-las acumular durante 4 anos, e enfiar mais um dia no mês mais curto do ano para comemorá-la.
Já é tarde, estou com sono. Não fosse isso, eu gastaria um tempo calculando quantas vezes na vida eu comemorei o Reveillon na hora certa. Acertamos no horário da comemoração em apenas 25 % das viradas de ano.As outras são comemoradas com 6, 12 e 18 horas de antecedência.
Os anos bissextos sempre foram cercados de mitos e tradições. Uma das mais divertidas surgiu no século XIII, na Escócia. Em um ano bissexto, eram as mulheres (e não, como de costume, os homens) que tinham o direito de escolher quem desejassem para marido. E se o escolhido não concordasse com o casamento, era obrigado a pagar uma multa de respeito.
E a tradição continuou pelo menos até o início do século XX. O cartão abaixo, do ano bissexto de 1912, prova isso. E prestem bem atenção ao poema...
(fonte:http://thelisbongiraffe.typepad.com/diario_de_lisboa/2004/01/ano_bissexto.html)
Eu fiquei curiosa em saber quem é que ficava com o dinheiro da multa. No Brasil, ficaria com o governo, com certeza.
Escrito por ma às 01h00 AM
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A vingança
Isso é antigo, mas ainda é legal.
Não são um saco essas correntes falsas que inundam a Internet? Pois é, agora você pode defender-se atacando. Mande uma corrente para o mala desocupado que vive enchendo sua caixa de correio com correntes de santo, campanhas, etc. Para ajudá-lo, aqui tem um exemplo, com opções diversas, pra não dar muito na cara que é falsa e pra ficar um pouco diferente umas das outras. Divirtam-se....
Por favor, agora é sério!!!
Gretchen Kirsteen Pamela Gladys Mini Xispita Brenda Maria Chun-Li Silvia Nancy Duda Olivia Sara-Lee Simony é uma pobre menina que mora em Piraporinha do Bom Jesus Bangladesh Irlanda do Norte Rio de Janeiro Bahia Taiti Coréia do Norte Morro do Piolho Cincinatti Ohio Vila Prudentina baixo da ponte agum lugar longe um prédio abandonado casa. Ela tem dor de cotovelo câncer AIDS sífilis gonorréia dor de cabeça unha encravada náuseas bolha no pé calo nos dedos piolho ceborréia miopia gripe alcoolismo frieira bigode pelo no suvaco chulé, uma doença raríssima infecciosa terrível horrível nojenta contagiosa besta comum esquisita internacional ilegal normal séria doente saudável, que ainda não tem cura. Eu sou conhecido primo irmão vizinho chefe cabeleireiro cônjuge namorado compadre torcedor do mesmo time amigo companheiro fã do avô pai tio sogro cachorro gato peixe namorado irmão computador dela. Infelizmente nós não temos dinheiro, pois apostamos tudo no Rubinho somos pobres perdemos tudo no jogo do bicho compramos drogas investimos em empresas falidas gastamos tudo em bala compramos uma ilha no caribe não trabalhamos perdemos na rodoviária compramos cavalos manga-larga jogamos no lixo gastamos com prostitutas de luxo fizemos plástica. Mas um amigo nosso, Fernando Henrique Bill Gates Jim Morrison Clint Eastwood Jô Soares João Gordo Charles Chaplin Zé do Caixão Ronald Reagan Alfred E. Newman Pelé Mr. M Mike Tyson Gabeira, disse-nos que a empresa em que ele trabalha, a Ótica Zóio America Online Microsoft Brasil Multimídia Apple Padaria do Manuel Casa da Luz Vermelha Fábrica de Sapatos 100 Chulé Vendinha de Pastéis Casa de Macumba Misifi Loja de Cuecas Mash Fábrica de Playmobil estaria doando um transplante de fígado 1 centavo 10 reais 50 dólares 25 ienes 10 Kg de paçoca diet 20 kg de farinha dois sacos de feijão um copo de água uma queijadinha 30 sacos de gelo 2 pães de queijo sem recheio uma camisa dos Flintstones uma máscara do Gianechinni para cada político honesto 100 pessoas empresa torcida organizada organização não governamental loja da Xuxa zoológico idiota pessoa cega Papai Noel centro espírita dinossauro ex-jogador de Basquete Saci Pererê lésbica vendedora de calcinhas japonês que encaminhasse esse e-mail para 50 mulheres virgens mil pessoas toda sua família o vizinho o seu chefe todos no bairro a Feiticeira os sete anões o Walt Disney o Rei da Cocada Preta alguém com chulé os bispos da Macedônia o próximo da lista 7 pessoas famosas um gay 3 reis magos Deus.
Escrito por ma às 10h40 PM
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Hoje, um pouco mais calma, posso refletir melhor sobre os acontecimentos da Quarta de cinzas.
Descobri com uma amiga que uma ponta de dedo de um funcionário seu, amputada numa máquina durante o serviço vale 5 mil reais...
Então a canela peluda da faxineira com uns poucos arranhões não vai passar de uns quinhentinhos....
Fiquei mais tranquila.
Preciso é abrir a boca do meu fila e procurar danos nos dentinhos dele. Vai que quebrou uma pontinha...Vou querer indenização também.
Vocês querem uma foto bem mal tirada desse criatura que me colocou nessa enrascada?
Não é uma boa foto...foi feita por crianças, e as grades do canil acabaram ficando em primeiro plano, mas dá para ver de quem se trata o "anjinho" do do meu cachorro. Prometo que assim que tivermos sol, tiro outra mais bonita.

Escrito por ma às 12h42 AM
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Quarta de cinzas cinzenta
Tenho boas e más notícias:
As boas: Hoje foi uma Quarta feira de cinzas muito movimentada, com cara de Segunda (inclusive com funcionários faltando devido à aquela síndrome que os ataca neste dia). Muito movimento, dim-dim entrando na medida certa (se entrar demais, esmoreço, rs...), elogios de clientes (o ego vai lá em cima), contas mantidas em dia, e eu e as pessoas queridas continuamos vivos e com saúde (eu tinha que pensar em mais uma coisa boa para não deixar esta lista de boas notícias muito menor).
As más: Uma víbora de uma funcionária que por acidente foi mordida pelo meu cachorro (na rua! Tremenda coincidência), está entrando na justiça para tentar ser indenizada pelos arranhões que sofreu em suas canelas peludas. Me revolta essa nova forma de ganhar dinheiro "no mole". Ralar para ganhar dinheiro ninguém quer.
O que seria de nós se não houvesse esse balanceamento entre as coisas boas e ruins do dia-a-dia. Perderia a graça.
Escrito por ma às 12h35 AM
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Escrito por ma às 11h27 PM
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MANIFESTO BLOGUEIRO
O texto abaixo foi lido e copiado do blog da Martinha (Jardim Nada Secreto, link ao lado).
(Martinhaaaaa!!! fui te avisar da cópia pelo comentário do seu blog, mas está fora do ar...tento novamente mais tarde).
Leia atentamente o Manifesto Blogueiro, divulgado no Hipermail.com, traduzido e adaptado por Chris Pirillo. Portanto se quiser copiar em seu blog ou enviar para amigos, não deixe de mencionar as fontes em vermelho:
1. A vida é sem censura. 2. Você não tem o direito de me julgar. 3. Se você não gosta do que está vendo, procure em outro lugar. 4. Eu gosto de falar da minha vida. 5. Eu gosto de escrever sobre a vida dos outros. 6. Eu vou postar sempre que achar que devo. 7. Eu não tenho que postar todos os acontecimentos de minha vida. 8. Você não tem que concordar com tudo que eu digo. 9. Eu procuro meu blog todo dia nos sites de busca. 10. Eu compartilho o que eu acho que tem que ser compartilhado. 11. Eu linko para quem me linka. (não concordo...) 12. Blogar é terapêutico. 13. Fotos minhas não são obrigatórias. 14. Eu visito sempre os blogs da minha lista. 15. Não vou postar apenas por postar. 16. Eu tenho uma vida além do blog. 17. Eu registrei todas as ferramentas de blog que criei. 18. Posso criticar outros blogs mas não os persigo. 19. Eu tenho o direito de revisar um post. 20. Se blogar se tornar uma obrigação, eu paro. 21. Eu estou contribuindo com a comunidade blogueira. 22. Se eu tiver que reclamar de algo, assim o farei. 23. Se eu tiver que elogiar algo, assim o farei. 24. Eu não sou o melhor blogueiro/a do planeta 25. Não tenho que me explicar para você.
Escrito por ma às 06h32 PM
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Um mês!!!
Dia 18 de fevereiro este blog fez um mês! Nem percebi passar.
E o que é melhor: ele continua me dando muito prazer em tê-lo...
Ele é despretencioso...
Na vida profissional e pessoal, sempre temos que ser muito competitivos, e se eu tivesse que sê-lo aqui também, parte desse prazer seria perdido, viraria obrigação.
Meu saldo é positivo. Ganhei amigos, e estamos sempre nos visitando e nos preocupando uns com os outros. Essa é a magia que me fascina. É dela que não abro mão.
Beijos aos amigos.
Escrito por ma às 03h12 PM
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Uau!!!!
Agora foi...
Tenho um ditado: "Em informática, faça tudo exatamente da mesma forma por três vezes. Só diga que não conseguiu se depois dessas 3 tentativas realmente não tiver conseguido".
Verdade que a teimosia me fez tentar mais do que 3 vezes...umas 30, na verdade, e ainda pedi ajuda para minha mestra, minha filha. Qualquer dúvida em icq, messenger, blog ou site, é só falar com ela.
Este não é nem de longe o template dos meus sonhos, mas como boa aquariana que sou, vou querer mudar muitas vezes. Foi mais para treinar.
Espero que meus visitantes gostem.
Beijos !!! Estou feliz!!! (tolinha...)
Escrito por ma às 10h30 PM
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html? Que bicho é esse?
Passei o dia tentando mudar o meu template para algum não padronizado pelo Uol....
Acho que vocês vão ter que gostar deste sem graça do Uol mesmo...não consegui.
Ainda não desisti. Estou me informando para ver se aprendo, mas, confesso, isso não é a atividade mais gostosa para se fazer num domingo de carnaval.
Eu gostava mais do template anterior que eu usava, um azul, mas deu muitos problemas com os comentários, e o suporte do Uol recomendou que eu trocasse a cor. O problema desapareceu, mas eu não gosto de amarelo!
Vamos à luta!
Escrito por ma às 10h17 PM
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Bruno Lichtenstein
BRUNO LICHTENSTEIN ( Rubem Braga, do livro 1939 - Um episódio em Porto Alegre )
Foi preso o menino Bruno Lichtenstein, que arrombou a faculdade de Medicina. O menino Bruno Lichtenstein não é arrombador profissional. Apenas acontece que o menino Bruno Lichtenstein tem um amigo, e esse amigo é um cachorro, e esse cachorro ia ser trucidado cientificamente, para estudos, na faculdade de medicina. O poeta mineiro Djalma Andrade tem um um soneto que acaba mais ou menos assim : "se entre os amigos encontrei cachorros, entre os cachorros encontrei-te, amigo".
Mas com toda certeza o menino Bruno Lichtenstein jamais leu esses versos. Também com certeza nunca lhe explicaram o que é vivisecção, nem lhe disseram que seu cão ia ser viviseccionado.Tudo o que ele sabia é que lhe haviam carregado cachorro e que iam matá-lo. Se fosse pedi-lo , naturalmente, não o dariam. Quem, neste mundo, haveria de se preocupar com o pobre menino Bruno Lichtenstein e seu pobre cão ? Mas o cachorro era seu amigo - e estava lá, metido em um porão, esperando a hora de morrer. E só uma pessoa no mundo podia salvá-lo : um menino pobre chamado Bruno Lichtenstein. Com esse sobrenome de principado, Bruno Lichtenstein é um garoto sem dinheiro. Não pagará a licença do seu amigo. Mas Bruno Lichtenstein havia de salvar a vida de seu amigo - de qualquer jeito. E jeito só havia um : ir lá e tirar o cachorro. De longe, Bruno Lichtenstein chorava, pensando ouvir o ganido triste de um condenado à morte. Via homens cruéis metendo o bisturi na carne quente de seu amigo : via sangue derramado. Horrível, horrível. Bruno Lichtenstein sentiu que seria o último dos infames se não agisse imediatamente.
Agiu. Escalou uma janela, arrebentou um vidro, saltou. Estava dentro do edifício. Andando pelas salas desertas, foi até onde estava seu amigo. Sentiu que o seu coração batia mais depressa. Deu um assovio, um velho assovio de amizade.
Um vulto se destacou em um salto - e um focinho quente e úmido lambeu a mão de Bruno Lichtenstein. Agora era fugir para a rua, para a liberdade, para a vida...
Bruno Lichtenstein, da cabeça aos pés, tremia de susto e de alegria. Foi aí que ele ouviu uma voz áspera e espantada de homem. Era o Dr Loforte. O Dr Loforte surpreendeu o menino. Um pobre menino, que tremia, que havia arrombado a faculdade. Só podia ser um ladrão ! Bruno Lichtenstein não explicou nada - e fez bem. Para o Dr Loforte um cachorro não é um cachorro - é um material de estudo como outro qualquer.
Na polícia apareceu o pai do menino. O pai, o professor e o delegado conversaram longamente - e Bruno Lichtenstein não ouvia nada. Só ouvia, lá longe, o ganir de um condenado à morte.
Já te entregaram o cachorro, Bruno Lichtenstein. Tu o mereceste, porque tu foste amigo. Não te deram nem te darão medalha nenhuma - porque não há medalha nenhuma para distinguir a amizade. Mas te entregaram o teu cachorro, o cachorro que reivindicaste como um pequeno herói. Tu és um homem, Bruno Lichtenstein - um homem no sentido decente da palavra, muito mais que muito homem. Um aperto de mão, Bruno Lichtenstein.
Escrito por ma às 05h58 PM
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Navegar é preciso
Se vocês me vissem navegando na internet, dariam risada.
Minha conexão é discada, então vivo a vida a imaginar formas de ler todos os blogs, escrever, ver as ofertas em 10 x s/juros no cartão, enviar os e-mails, tudo isso em menos de 1 pulso. Não é fácil...
Vou aos links que quero ver, clico, e minimizo antes que se abram, porque à essa altura eu já estou clicando no próximo link, e no próximo , e no próximo. Chego a ficar ofegante!
Quando estou lotada de janelinhas, desconecto e começo a ver o que selecionei.
Essa é a pior parte. Morro de vontade de comentar os blogs, as melhores postagens...mas não dá. Maior frustração.
E assim vou vivendo.
Nos finais de semana e feriados (pulso único), eu mato a fome.
Quando será que a telefônica vai ter pena desses pobres mortais que ainda não tem direito à banda larga?
Escrito por ma às 01h29 AM
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E não é que até o Falabella sente saudades?
"Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é a saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade de um filho que estuda fora. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ela no quart o, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter. Saudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada; se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial; se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ela continua preferindo suco; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados; se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ela continua detestando o MC Donald's; se ele continua amando; se ela continua a chorar até nas comédias. Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; Não saber como frear as lágrimas diante de uma música; Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso... É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer; Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler... "
(Miguel Falabella)
Escrito por ma às 11h59 PM
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Lula decide fechar os bingos....
Lula decide fechar os bingos....
Mesmo que a gente saiba que neste país as atitudes mudam do dia para a noite (quando é que sonhamos que num país onde não se aceitam cassinos, iam permitir criar seus irmãos gêmeos menos glamurosos, os bingos?), fico preocupada com o fechamento dos bingos.
Calma, vou explicar.
Ainda bem que não conheço pessoalmente o mecanismo que faz com que as pessoas se viciem em jogar bingo.
Prá falar a verdade fui em um bingo uma só vez, numa noite em que eu e minha irmã estávamos entediadas de não ter o que fazer. Ela sugeriu, eu torci o nariz, mas acabei topando.
Sabe aqueles conselhos que nossos pais nos davam, de não aceitar chiclete de ninguém na porta da escola porque ele pode conter maconha e nos tornar viciados?
Pois é, meu conceito de bingo era mais ou menos por ai.
Tinha medo de experimentar uma vez, gastar todo o dinheiro que tivesse levado, começar a usar o talão de cheque, não me conter e pagar mais cartelas com cartão do banco, e quando este fosse recusado, usar até o limite do cartão de crédito, e não satisfeita deixar lá meu carro, meus bens e ainda sair devendo?
Eu tinha medo que a coisa fosse por ai.
Então lá fomos nós duas para o bingo, com 20 reais no bolso.
Levei dinheiro demais.
Achei que a coisa era fácil, e que o "cantador" de bingo fosse fazer as mesmas piadinhas que meu pai fazia nos bingos à luz de lampião quando passávamos alguns dias na Chácara Santa Filomena.
"-Vinte e dois; dois patinhos na lagoa"
"-Tlinta e tleis....
-" Um, tibummmm..."
Que decepção.
Enquanto não desisti das cartelas, fiquei tentando conciliar o copo de cerveja, o cigarro, e a caneta, coordenando tudo isso com a velocidade estrondosa em que o cara cantava os números.
-"21 ; 35 ; 42 ; 69 ; 1 ; 54......."
-Que número ele falou? Quanto é? Não, antes do 54, que número era? Estou te atrapalhando? Pera aí, me ajuda! Quanto? .........Vamos embora?"
Decididamente aquele não era o meu lugar, mas...algumas mesas à frente, o que eu vejo??? COMPUTADORES!!!!!!!!!!!! Sim ! Computadores!!!!!!
Foi ai que a minha irmã me explicou, que algumas pessoas preferiam jogar nos computadores, porque bastava ficar olhando a tela, que o danadinho marcava os pontos para mim.
Pensei: cheguei ao paraíso.
No computador dava para fumar, tomar cerveja, e , de vez em quando, dar uma olhadinha naquela tela para ver se eu tinha alguma chance de sair dali rica.
Os primeiros minutos foram deliciosos, como quase todas as novidades.
Passado um tempo, comecei a perder o interesse, pular algumas partidas, para que eu não "viciasse" e para principalmente poder observar as pessoas ao meu redor.
Cheguei à seguinte conclusão nesse dia:
Para quem não ganha nem prêmio de consolação, bingo é um tédio e um disperdício de dinheiro. Tem jogos na net, gratuitos, muito mais emocionantes.
Acabei de torrar meus parcos reais nas maquininhas caça-níqueis (essas eu já gostava desde pequena quando jogava nas esporádicas viagens que fazia com a familia até o Paraguai e Argentina).
Nunca mais pensei em voltar para um bingo; esqueci que eles existiam.
Mas, voltando ao parágrafo inicial deste post, fico preocupada com os viciados em bingo, com suas crises de abstinência.
Já imaginou se eu acordo amanhã e vejo na tv a notícia de que o Lula proibiu a comercialização de cigarros no Brasil????
Eu enlouqueceria, embora saiba que os adesivos de nicotina e vários medicamentos pudessem me fazer desistir de arrombar as portas de uma tabacaria.
Adesivos de bingo não existem!!!
Conheço um casal – ela dentista, e ele aposentado precoce da DERSA – que está numa pior. O consultório dela praticamente já não abre, os bens já se foram todos, os filhos adolescentes quase não se encontram mais com os pais devido à diferença de horários. Deram o azar de ambos, marido e mulher, viciarem-se em bingos.
A coisa é séria.
Eles tem a consciência de que estão fazendo tudo errado (assim como eu sei que o cigarro apressa a morte –penso: dos outros!), mas não conseguem sair do círculo vicioso do jogo: ganhar, perder, perder, perder, ganhar, perder, perder...
Me contaram que noite dessas, após uma conversa muito séria entre o casal, decidiram que naquela noite sairiam, mas iriam para um motel, já que o jogo substituiu até o prazer do sexo entre eles. Chegaram até a porta, se entreolharam, fizeram a volta e rumaram para o bingo. E o pior é que ganharam muito dinheiro nesse dia. Ironia do destino.
Por isso, quando li a notícia da proibição do funcionamento dos bingos, lembrei-me imediatamente desses amigos, que já devem estar organizando uma turma para bingarem em casa mesmo.
Escrito por ma às 10h32 PM
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Vamos blogar?
Meu Deus!!!!
Que cheiro de poeira neste blog!
Não é prá menos.
Quase uma semana sem nem ao menos colar uma letra de música, uma poesia, ou uma piadinha.
Mas foi uma semana atípica, com muito trabalho, vários acontecimentos fora da rotina, muito cansaço, poucas horas de sono, e uma pitada de falta de sorte. Bem "pitada" mesmo. A falta de sorte foi ter faltado luz ontem à noite, justamente durante todo o tempo que eu tinha reservado para blogar, responder e-mails, visitar os blogs dos amigos...
Coisas da vida.
Preciso agradecer IMENSAMENTE a paciência da Martinha (Jardim Nada Secreto, link relacionado ao lado).
Quase todos os dias passa por aqui, deixa um comentariozinho, nem que seja um bom dia. Deve ser um saco abrir um blog todos os dias e encontrá-lo sempre do mesmo jeito, e mesmo assim fazer a mesma coisa no dia seguinte.
E a Martinha não deixa comentário com a intenção de ser visitada reciprocamente (infelizmente tem pessoas que nem lêem os blogs que visitam, simplesmente fazem um comentário padrão, que se repete idêntico em outros blogs, com a única finalidade de também serem visitados)...ela não precisa disso.
Ela e seu siri albino arrasam naquele blog. Que humor! Que facilidade em escrever! Que sucesso!
Um recado para você, Martinha: Mesmo que você se torne a minha única e teimosa visitante, eu vou manter este blog , porque curto escrever nele. Nem passa pela minha cabeça abandoná-lo.
Terei agora vários dias para colocar um pouco de brilho aqui. Me aguardem...
Escrito por ma às 07h15 PM
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Conhece Paulo Leminski?
sossegue coração ainda não é agora a confusão prossegue sonhos afora
calma calma logo mais a gente goza perto do osso a carne é mais gostosa
Paulo Leminski
Escrito por ma às 09h38 PM
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Vejam que foto....

Escrito por ma às 06h51 PM
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Domingão
Legal esse presente.
Uma hora à mais de cama e de preguiça, em nome do término do horário de verão.
Muito boa a sensação de ter ganho uma hora de vida à mais. É só fazer de conta que esqueceu que ela nos foi roubada no início do verão, e encará-la como prêmio, e não como devolução.
Antes, quando eu era burguesa e não sabia, e trabalhava só até as 17 horas, achava o horário de verão maravilhoso, porque chegava em casa e ainda tinha sol. Nessa época eu ainda morava em chácara, e as vezes até arriscava uma pescaria de fim de tarde, ou umas pedaladas de bike até um ponto de onde pudesse assistir ao pôr-do-sol.
Hoje em dia, trabalhando até as 9 da noite, tanto faz como tanto fez a que horas o sol vai se por. Eu não o assistirei mesmo...(dá licença de ser egoísta?)
Hoje é mais um domingo, em nada diferente dos demais.
Na sexta feira sempre faço planos mirabolantes. Sempre acho que finalmente chegou o fim de semana em que eu vou acordar cedo e disposta, e colocar em prática tudo aquilo que foi atrasando durante a semana.
Só que nunca acontece.
Hoje , por exemplo, passei a maior parte do meu tempo livre indo de supermercado em supermercado...Programão. Mas se não dá tempo de fazer durante a semana, só resta o domingão mesmo.
Ainda restam umas 7 horas até que eu vá dormir. Pensando assim, imagino que ainda dê tempo de colocar algum plano em prática (nesse horário, posso desistir de dar banho em cachorro, lavar canil, andar de bike, portanto restam poucas atividades). Basta que eu me anime, saia da frente desta bendita tela.
Vou tentar....
Bom domingão para todos.
Obs: Acabo de me lembrar de uma atividade urgente!!! Ainda não fui visitar os blogs mais interessantes da internet!!!! Pronto...já dispercei. Sete horas vai ser pouco, rs....
Escrito por ma às 05h10 PM
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Delícia de se ler...Mário Quintana
Mario Quintana por Mario Quintana
Nasci em Alegrete, em 30 de julho de 1906. Creio que foi a principal coisa que me aconteceu. E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem! Eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão. Ah! mas o que querem são detalhes, cruezas, fofocas... Aí vai! Estou com 78 anos, mas sem idade. Idades só há duas: ou se está vivo ou morto. Neste último caso é idade demais, pois foi-nos prometida a Eternidade. Nasci no rigor do inverno, temperatura: 1grau; e ainda por cima prematuramente, o que me deixava meio complexado, pois achava que não astava pronto. Até que um dia descobri que alguém tão completo como Winston Churchill nascera prematuro - o mesmo tendo acontecido a sir Isaac Newton! Excusez du peu... Prefiro citar a opinião dos outros sobre mim. Dizem que sou modesto. Pelo contrário, sou tão orgulhoso que acho que nunca escrevi algo à minha altura. Porque poesia é insatisfação, um anseio de auto-superação. Um poeta satisfeito não satisfaz. Dizem que sou tímido. Nada disso! sou é caladão, introspectivo. Não sei porque sujeitam os introvertidos a tratamentos. Só por não poderem ser chatos como os outros? Exatamente por execrar a chatice, a longuidão, é que eu adoro a síntese. Outro elemento da poesia é a busca da forma (não da fôrma), a dosagem das palavras. Talvez concorra para esse meu cuidado o fato de ter sido prático de farmácia durante cinco anos. Note-se que é o mesmo caso de Carlos Drummond de Andrade, de Alberto de Oliveira, de Érico Veríssimo - que bem sabem (ou souberam) o que é a luta amorosa com as palavras.
Escrito por ma às 10h38 PM
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Não acredito em fórmulas de amor
Hoje estou com vontade de falar um pouco sobre relacionamentos...Estava demorando para que eu começasse a DISCUTIR RELAÇÂO, rs...
Navego pouquíssimo na net durante a semana, para não levar susto no fim do mês (aqui só temos conexão discada), mas dando uma passada de olho nas notícias da página inicial do Uol, chamou-me a atenção a notícia que colo aqui.
Para quem estiver com preguiça de ler, explico que um pessoal descobriu que existe uma fórmula matemática para prever as chances de um casamento acabar ou não em divórcio.
Em resumo, mesmo quando um casal discute um assunto onde as opiniões sejam divergentes, se isso for feito "com amor", as chances do casamento dar certo são maiores. Arriscam até mesmo dizer que uma união tem futuro quando a proporção de 5 interações positivas para 1 interação negativa for mantida.
Interação positiva não significa concordar com tudo, mas discordar com uma certa dose de bom humor, de camaradagem.
Fórmulas, fórmulas...
Não acredito nelas quando o assunto é amor.
Não acredito que o universo de duas pessoas que se amam se restrinja à respostas ríspidas ou carinhosas durante uma discussão.
O buraco é mais embaixo.
Por mais que se tente, acredito que nunca vai ser possível medir a dose de amor, e muito menos prever o quanto ele vai durar. Muito menos um casamento. Acho que conheço mais casais que estão juntos por conveniência do que casais que se mantém juntos sustentados pelo amor.
O importante é curtir ao máximo quando se está amando, conviver o quanto for possível, se entregar de corpo, alma e coração, pois esse é um estado raro, uma "loteria premiada", um presente de Deus.
Da mesma forma, tenho como certo que o casal deve ficar atento para a morte do amor. Sem amor dá para continuar a viver sobre um mesmo teto, mas não adimite que se seja feliz.
O amor não é eterno ("que seja eterno enquanto dure") e tem que ser cultivado e analisado diariamente.
Você está amando?
Laboratório do amor' prevê duração de casamento 11h34 - 13/02/2004
da BBC, em Londres
Cientistas do Instituto de Pesquisas de Relacionamento, apelidado de "Laboratório do Amor", dizem ter criado um modelo matemático que pode prever quais casamentos terminarão em divórcio.
O psicólogo John Gottman e os matemáticos James Murray e Kistin Swanson alegam que suas previsões têm 94% de precisão.
Casais submetidos ao teste devem primeiro preencher um questionário para identificar seus tipos de personalidade.
Eles então são ligados a um equipamento para monitorar respostas físicas e emocionais durante discussão sobre algum assunto controverso, como dinheiro, por exemplo.
Análise
Swanson - que diz sempre ter sido cética em relação à idéia de uma equação do amor - então examina os dados.
"Mas há algo a mais aqui, não é simplesmente matemática", disse ela. "Quando inicialmente comecei a trabalhar nisso, eu acreditava que não existiria uma maneira de quantificar um sentimento como esse. Não fazia sentido para mim."
"Mas cruzando quatro estudos diferentes, pudemos testar 500 casais com resultados com precisão acima de 90%."
O modelo foi desenvolvido com o uso de dados coletados de conversas filmadas entre casais. Dados psicológicos, como medição da pulsação, também foram coletados e analisados.
Problemas
Segundo os pesquisadores, as conversas refletem problemas fundamentais de um casal.
"Antes desse modelo, previsões de divórcio não eram precisas", diz Gottman. "E nós não tínhamos idéia de como analisar os casamentos de longa duração e os casais que se divorciavam."
O segredo foi quantificar a proporção de interações positivas e negativas durante as conversas.
A proporção mágica é de cinco para um, respectivamente, e um casamento corre o risco de não dar certo se a proporção for menor que isso.
"Quando pessoas que vivem um casamento feliz conversam sobre assuntos importantes, eles podem não concordar, mas eles riem, brincam e mostram sinais de afeição porque têm relações emocionais", disse Gottman.
"Mas muita gente não sabe como se relacionar ou como usar senso de humor nessas situações, e isso significa que a maioria das brigas acontece porque falta conexão emocional. Nós não saberíamos isso sem o modelo matemático", acrescenta.
"O que estamos tentando fazer é realmente entender como funcionam as relações amorosas. E assim podemos ajudar as pessoas a construir seus romances e paixões."
A pesquisa do "Laboratório do Amor" foi apresentada no encontro anual da Associação Americana para Avanços Científicos, em Seattle.
Escrito por ma às 07h47 PM
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Snif....
Hoje nem era dia de postar. Cansada, com a suspeita de um vazamento enorme no encanamento deste prédio, passai o dia correndo atrás dos "meus direitos" por ter sido ludibriada no conserto de um celular novinho, na garantia (detonaram o aparelho na autorizada, roubaram componentes...e a garantia não cobre...lá vou eu ao Procon)...mas não resisti a dar uma vizitinha aos blogs preferidos, e qual não foi a minha surpresa e tristeza ao ler que a Martinha, do jardim nada secreto, encerrou o trabalho divertido e original que vinha fazendo.
Ela deve ter lá seus motivos, não discuto. Mas fica uma sensação de perda, de abandono...uma sensação não muito gostosa de se lidar.
Todo o conteúdo do blog foi removido, ficando apenas a última mensagem. Tomara que ela o tenha salvado.
Martinha: vai fazer falta.
Beijos
Escrito por ma às 10h47 PM
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Cultura Etílica
Eu juro que não sabia (e bebia assim mesmo...)
Cana também é cultura...
Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo
da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer
até que uma consistência cremosa surgisse. Um dia, cansados de tanto mexer e
com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado
desandou! O que fazer agora? A saída que encontraram foi guardar o melado
longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo
(fermentado). Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o
novo e levaram os dois ao fogo. Resultado: o "azedo" do melado antigo era
álcool que aos poucos foi evaporando e se formou no teto do engenho umas
goteiras que pingavam constantemente, era a cachaça já formada que pingava
(por isso o nome PINGA), e quando batiam nas suas costas marcadas com as
chibatadas ardia muito (por isso o nome "AGUARDENTE"). Caindo em seus rostos
e escorrendo até a boca os escravos viram que a tal goteira dava um barato,
e passaram a repetir o processo constantemente. Hoje, como todos sabem, a
pinga é símbolo nacional!
Escrito por ma às 05h00 PM
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Manual do Proprietário - Introdução
O que você vai ler à seguir é um texto escrito por 230 mãos. Foi elaborado pela lista de discussão virtual UNIVET, a que pertenço. Um colega fez 90% do trabalho, mas muitos outros, inclusive eu, meteram o bedelho.
É um desabafo irônico, é o sonho inatingível (imaginar que um dia os proprietários se conscientizem de tudo isso). Proprietário as vezes esquece que veterinário é gente.
Mas gostei do resultado final do texto, que inicialmente circulou somente dentro da UNIVET, mas agora já está aparecendo nas nossas caixas de entrada.
Escrito por ma às 01h53 AM
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Escrito por ma às 01h48 AM
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Manual do proprietário - Parte 1/2
manual para proprietários
Coisas que o cliente precisa saber:
1- Veterinário dorme. Pode parecer mentira, mas Veterinário precisa dormir como qualquer outra pessoa. Não o acorde sem necessidade.
2- Veterinário come. Inacreditável, não? Mas é verdade. Veterinário também se alimenta, e tem hora para isso.
3- Veterinário pode ter família. Essa é a mais incrível de todas: mesmo sendo veterinário a pessoa precisa descansar no final de semana e precisa de um tempo com a família.
Pergunta: Nas situações acima o Veterinário atende?
Resposta: Sim. Pode atender, desde que seja pago por isso. Desnecessário dizer que nesses casos o atendimento tem custo adicional. Por favor não pechinche. Ah. E cara feia na hora de assinar cheque não diminui o que você tem que pagar. Se queria mais barato poderia ter procurado outro. O combinado não é caro.
Outra pergunta: Se eu quiser que o veterinário atenda um retorno nessas horas, tenho que pagar? Outra resposta: LÓGICO, SUA BESTA.
4- Veterinário precisa de dinheiro. Por essa você não esperava, né? É surpreendente mas veterinário também paga impostos, alimentação, combustível, vestuário, etc. E uma coisa bizarra: Os medicamentos que ele tem, não chegam até ele gratuitamente. Impressionante, não? Entendeu agora o motivo dele cobrar quando usa algum?
5- Medicar animais é trabalho. E trabalho sério. Pode parar de rir. Não é piada.
6 - Não é possível examinar animais pelo telefone. Essa nem vou comentar.
7- De uma vez por todas, para reforçar: Veterinário não é vidente. Ele precisa examinar o animal e muitas vezes precisa de exames complementares. Se quer milagre, tente uma macumba e deixe o Veterinário em paz.
Diante desses tópicos inconcebíveis a uma boa parte da população, algumas dicas para tornar a vida do Veterinário mais suportável:
O uso do celular: - Celular é ferramenta de trabalho. Por favor ligue apenas quando necessário. Fora do horário de expediente, mesmo que você ainda não tenha acreditado, o Veterinário pode estar fazendo alguma daquelas coisas que você pensou que ele não fazia, como dormir por exemplo.
Antes da consulta: - Por favor marque hora. Só venha sem marcar em caso de emergência (que seja realmente emergência) por favor.
-Se quer ser reconhecida no telefone, diga alguma coisa consistente. Um "oi, lembra de mim?" só desperta vontade de responder que está na cara que o clínico reconhece a voz de cada uma das milhares de pessoas que já passaram por lá. Se já faz mais de um ano que você não aparece, fica ainda mais difícil.
- Repetir a mesma pergunta mais de cinco vezes não vai mudar a resposta. Por favor, repita no máximo três. O clínico não está sob investigação policial.
- Emergência? Claro que o veterinário atende, mas se estiver fora do horário normal, está fora do preço normal.
Escrito por ma às 01h47 AM
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Manual do Proprietário- Parte 2/2
Na hora da consulta: - Bastam alguns membros da família para acompanhar o animal e responder às perguntas do clínico. Por favor deixe os amigos do cunhado e seus vizinhos com respectivos filhos nas casas deles.
- Não importa o quanto seu bichinho é dócil em casa. Se o Veterinário sentir necessidade de colocar uma mordaça é direito dele. Isso me lembra um tópico que talvez eu devesse colocar acima: Veterinário também se fere e sangra. Nem vou dizer que Veterinário também sente medo, para não cair em descrédito
- Não fique bombardeando o veterinário com milhares de perguntas durante o atendimento. Isso tira a concentração, além de torrar a paciência. Evite perguntas que não tenham relação com o caso. Paciência você já sabia que Veterinário tem não é? Mas aposto que foi uma surpresa descobrir que ela tem limites.
- Falando em limite... uma conversinha pessoal pode até dar um tempero ao atendimento, mas a vida sexual da sua amiga definitivamente não interessa ao clínico. Principalmente se você resolver confidenciar isso na hora em que ele estiver usando o estetoscópio.
- Dificilmente um quadro clínico se altera em menos de cinco minutos. Não adianta ficar ligando a todo instante para saber do animal internado. Parentes e amigos também podem ligar, mas por favor não fique pedindo isso a eles toda hora.
- Visitas aos internados são até desejáveis, mas você vai concordar que duas horas é tempo mais do que suficiente para ver como está seu bichinho, né? E se notar que ele fica muito agitado, gritando depois que você sai, evite visitar, ou venha no final da tarde. Além de não ser bom para o animal, se o veterinário puder começar o dia sem berros na orelha, ele prefere. Ao visitar, lembre-se do seu endereço. Você não está na sua casa. Não fique circulando pela clínica, muito menos queira ficar bisbilhotando o que o clínico está fazendo. Se ele estiver escrevendo no computador, melhor não ir olhar o que é. Pode ser um texto como esse e você vai ficar envergonhado. Se é que alguém que faz isso tem um mínimo de vergonha.
-Infelizmente, a cada consulta, o veterinário só poderá examinar um animal. Trazer sua cachorrinha para o parto e ficar tentando sair da clínica com uma receita para o seu outro cachorro - aquele que se coça até sangrar, e que não respondeu ao óleo queimado, enxofre, creolina e ervas em geral- é inútil Lamentamos informar, mas seu outro cão também terá que passar por consulta, e pagar por ela.
- Não é porque você finalmente decidiu-se a levar seu animal de 10 anos pela primeira vez ao veterinário, que ele tem a obrigação de resolver todos os problemas de uma só vez, em apenas uma consulta. Primeiro será tratado o câncer, a diabete, e a insuficiência cardíaca. Depois que a vida estiver considerada como salva, é que você receberá a receita de vermífugos, antipulga, e quem sabe também a receita sobre o tratamento daquela "bolinha" na pele que ele tem há 8 anos, e nunca incomodou.
- Se o seu veterinário examinou seu animal, fez exames complementares, estudou o caso e te disse que é necessário fazer uma cirurgia, não tente dissuadi-lo disso só porque o animal do seu amigo também mancava da mesma pata e nem precisou operar. Cada caso é um caso, e não existe só um motivo para que os animais manquem, se cocem, ou parem de comer.
- Não. Lamento te decepcionar, mas a cirurgia de osteossíntese que talvez precise ser feita naquela fratura não está inclusa no preço da consulta.
- Deixe para fazer retorno somente depois de ter comprado e administrado os remédios que constam da receita. Por mais que se esforce, o veterinário não conseguirá melhorar seu animal examinando-o 2 vezes ao dia, se ele não for medicado. Compreendemos que o remédio é pago e o retorno é gratuito, mas nesse caso específico você terá que gastar.
- O veterinário não deixará de cobrar a consulta só porque você já gastou demais comprando remédios na avicultura. Não foram os veterinários que inventaram o ditado "O barato sai caro".
- Encontrou um animal ferido na rua? Está com pena dele? Então leve ele a um Veterinário. Mas não se esqueça dos tópicos acima. Se está a fim de fazer uma boa ação, pague por ela. Não venha querer exigir que outros paguem por sua "nobreza".
- Não trouxe dinheiro? Você sabia que até para freqüentar a Casa da Mãe Joana precisa ter dinheiro? E que tal dizer que está sem dinheiro ANTES da consulta? Adianta fazer cara feia na hora de assinar a promissória? Sai pra lá, Nó Cego. O errado aqui nessa história é você.
Escrito por ma às 01h47 AM
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Sou teimosa, e dai?
Após 30 minutos pendurada no telefone com o suporte do Uol, parece que o problema dos comentários foi resolvido. O ideal seria eu trocar o template de cor. Parece que estou com algum problema com o azul...Tentei vários, e não achei nenhum outro que eu tenha gostado (não que eu goste deste, mas parece que o layout da página já faz parte de mim, ai que profundo...). Se o problema voltar, serei obrigada a deixar a teimosia de lado e mudar de cor.
É tão gostoso ler comentários...ficar sem eles é muito chato.
Escrito por ma às 11h53 PM
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Se você bloga e tem mais de 36 anos......
Se você bloga e tem mais de 36 anos, bem-vindo à nave, alienígena.
Estou colecionando esses links, e para isso, gostaria que você o escrevesse no espaço para comentários deste post. A seguir, colocarei todos nos meus links, e também nos comentários da amiga que assustou-se com o fato de alguém tão capenga conseguir blogar.
Escrito por ma às 10h06 PM
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Alguém sabe onde estão meus comentários?
Blog temperamental...
Os comentários desaparecem, do nada. E depois reaparecem também, do nada.
Alguém sabe o que causa isso e como solucionar?
Escrito por ma às 07h38 PM
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Chuva!!!
Está chovendo demais em Sampa. Dá até medo de sair de casa e ficar náufrago em alguma esquina.
O pior é que está chovendo nos lugares errados. Os reservatórios continuam baixos, e o desabastecimento é eminente.
A mãe natureza tá maluca!!!

Escrito por ma às 01h05 AM
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A Revolta dos Bichos

Escrito por ma às 12h27 AM
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Quarentona é caduca?
Vou começar minhas postagens de hoje, usando o gancho de um comentário que recebi .
Para ficar mais fácil, vou colá-lo aqui:
Aerith][http://adoroler.zip.net][Belém-Pa-br] legal,teu blog... ainda não tinha visto um blog de uma pessoa da sua idade... nunca é tarde para ter um ne???? me visita, vc vai gostar
Pois é...eu passando a maior crise por ter completado os meus 42 outonos, e quando penso que o fundo negro do poço já está sendo vencido, me vem uma paulada dessa neste cérebro enferrujado e cheio de teias de aranha...
Olhem só a prova ai: quem tem menos de 30 anos, acha que quem tem 40 é caduco.
Claro que fui fazer uma visitinha no blog da amiga que achou uma bonita iniciativa uma senhora de 42 anos vencer a artrose, a esclerose, a amnésia, e aprender a apertar letras do teclado dessa geringonça. É ai que veio a pior parte da história, que me fez deitar a cabeça sobre a bengala e chegar às lágrimas: A autora do comentário é uma menina inteligente, leitora voraz, e que nos presta um grande serviço cultural resumindo e comentando livros de qualidade. Magoei...
Pois então, quero deixar aqui registrado o meu depoimento, para o caso da amiga um dia voltar a frequentar este decrépto blog:
"Amiga. Como coloquei neste blog dias atrás, aos 20 anos eu também achava que aos quarenta estaria sentada na varanda de uma casa de campo, com a vida ganha, na companhia de um cão e de um companheiro com a pele toda enrugadinha, tricotando, lembrando dos velhos tempos, rodeada de comprimidos para dor, fazendo uma alimentação saudável e colecionando as fotos dos netos que moram na cidade.
Hoje, depois de ter ultrapassado a barreira dos quarenta, me sinto até aliviada em saber que não tenho dor nenhuma (exceto nos 3 dias seguintes à um passeio de bicicleta), que embora não tenha mais o pique de trabalhar loucamente, tenho a compensação de trabalhar com qualidade e subsidiada pela experiência, que sou uma mãe moderna que tenta educar seus filhos sendo amiga deles, que uso o computador durante mais de 50 % do tempo em que passo acordada, que ainda saio, me divirto, bebo, namoro, com a diferença de agora não ter mais que dar satisfações para ninguém, que grande parte dos meus amigos tem a metade da minha idade e nem por isso falamos línguas diferentes e que infelizmente...já tive que vender a tal casa de campo para pagar umas dividazinhas que contraí.
Do fundo do coração, achei legal seu comentário. Talvez as pessoas que te cerquem, e que tenham 42 anos, sejam exceções, porque vejo que a maioria dos meus amigos da minha idade são blogueiros, tem sites ou portais, participam de listas de discussão pela internet, fundam lojas virtuais.
Só para me sentir vingada, a partir de hoje, sempre que eu visitar um blog de alguém maior de 40 anos, vou lá no seu e comento, te passando o link.Você vai ver que tem muita "moçada" quarentona com muita coisa prá contar.
Beijos
Escrito por ma às 12h07 AM
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Hilário...
Mas confesso que eu imagino que dentro do meu pc as coisas aconteçam assim mesmo.
Cliquem no link:
http://tharbad.kaotik.org/fun/mov/iosII.swf
Escrito por ma às 11h52 PM
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Nem sempre é bom ter bunda...
Sempre fui bem magrinha, daquele tipo que preocupa as mães. Graças à essa preocupação, a indústria farmacêutica – principalmente a que se ocupa em fabricar medicamentos para abrir o apetite- tiveram muitos lucros. Minha mãe comprava todos eles. Pode pensar ai no nome de um orexígeno: tenha certeza que também esse eu já tomei.
Não que fosse uma magreza mórbida (existe isso?) , mas não é à toa que um dos meus apelidos seja "perna de gralha". Eu era muito saudável (era, não; eu SOU saudável!), mas isso não bastava. Eu tinha que ser rolicinha como as minhas irmãs.
Quando adolescente, eu carreguei nas costas a enorme culpa de não ser bunduda.
Na juventude, isso já tinha se transformado em complexo.
Não que eu não fizesse sucesso...eu até que era bem namoradeira. O problema era que eu não podia sair junto com determinadas amigas, que tinham sido abençoadas por Deus com uma pele cheia de espinhas, um peito minúsculo, uma inteligência microscópica, um caráter duvidoso, mas com aquele bundão.
Na comparação (entre as bundas) eu perdia feio....
Os anos foram passando, e aos poucos eu fui me distanciando de toda e qualquer amiga que fosse bunduda, até que me tornei uma mulher adulta, teoricamente sem encanações com esses falsos valores, como por exemplo o tamanho da bunda.
Trabalhei tão bem meu emocional ao longo desses anos, que eu acreditava e fazia os outros também acreditarem que a magra de hoje, será a bonitinha de amanhã, enquanto que a gostosona de hoje, será a matrona de amanhã. Muita gente caiu no meu papo.
Mas como a vida é vingativa, né, gente?
De uns anos para cá, nem sei porque, comecei a perceber que a comida era algo mais do que simplesmente uma forma de me manter viva. Descobri que a danada da pizza é gostosa, que o chocolate consola o coração abandonado, que assistir tv mastigando é uma delícia...
Fui ganhando formas...No início me olhava no espelho e não acreditava: cadê os ossos pontudos?
Comprei um espelho de corpo inteiro. Assim poderia me admirar melhor.
Comecei a abusar dos decotes e das calças justésimas, de umbiguinho de fora.
Como era gostosa a sensação de ser aquela minha amiga que eu evitei anos antes. E na minha cabeça, sempre passando o pensamento: "se eu estou ficando gostosinha agora, aquela minha amiga bunduda deve estar com 150 quilos".
Fase boa essa, hehehe...
De repente, comecei a me dar conta de que esse ganho de peso que tanto me agradou no início, parecia não ter fim. Era mais um quilo este mês, outro no mês que vem, e mais outro, mais outro, mais outro.
Pois é...passei das medidas.
Estou cultuando um abdomenzinho que seria totalmente dispensável. Agora o umbiguinho faz questão de aparecer, por mais que eu tente escondê-lo. As pernas de gralha não engrossaram, mas ganharam umas celulitezinhas que eu nunca imaginei que pudessem pertencer ao meu corpo magricela.
A música "Magrelinha" do Luíz Melodia não me diz mais respeito.
Justo agora que eu descobri o quanto é bom comer....
Semana que vem já marcarei consulta. Descobri um metabologista (chique demais isso, né, gente?) que vai me devolver a felicidade.
Se esse homem soubesse como ele vai ser importante na minha vida...
Escrito por ma às 10h29 PM
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Bichos & Caprichos
No fim de semana retomarei o assunto, com fotos dos meu bichos, inclusive das corujas.
Escrito por ma às 10h28 PM
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Vale a pena rir de novo
Um sujeito entra num restaurante em Cuiabá, e ao olhar o cardápio, se espanta com o nome de um prato local. Era um prato feito de peixe e chamava-se "HIPOGLÓS". - HIPOGLÓS ???, que raio de prato é esse? - pergunta o sujeito ao garçom, que responde na bucha:
É PACÚ ASSADO...
Escrito por ma às 01h06 AM
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Sexo ao redor do mundo
Recentemente, um grupo de pesquisadores da Universidade de Harvard elaborou uma experiência que prometia revelar de uma vez por todas as diferenças entre o comportamento sexual dos diferentes povos do planeta.
Foram escolhidas 9 ilhas desertas e em cada uma delas foram colocados:
1ª. - 2 italianos e 1 italiana; 2ª. - 2 franceses e 1 francesa; 3ª. - 2 ingleses e 1 inglesa; 4ª. - 2 japoneses e 1 japonesa; 5ª. - 2 argentinos e 1 argentina; 6ª. - 2 escoceses e 1 escocesa; 7ª. - 2 búlgaros e 1 búlgara; 8ª. - 2 americanos e 1 americana; 9ª. - 2 brasileiros e 1 brasileira;
Após 1 mês, os pesquisadores voltaram às ilhas e verificaram o que tinha acontecido em cada uma delas. Eis o resultado apurado:
1ª.- Um italiano matou o outro e ficou com a italiana.
2ª.- Os dois franceses e a francesa faziam um "menáge a trois". todo dia.
3ª. - Os dois ingleses estavam esperando que aparecesse alguém para apresentá-los à inglesa.
4ª.- Os dois japoneses aguardavam instruções da matriz em Tóquio.
5ª.- Os dois argentinos faziam sexo todo dia. A argentina não participava.
6ª.- Cada um dos dois escoceses abriu uma destilaria de coco em um lado da ilha e estavam muito bêbados para se lembrar da escocesa.
7ª.- Os dois búlgaros olharam para a búlgara, olharam para o mar, olharam para a búlgara, olharam para o mar e começaram a nadar.
8ª.- Nenhum dos dois americanos transou com a americana, mas já estavam respondendo judicialmente por assédio sexual.
9ª.- Cada um dos dois brasileiros achava que a brasileira estava transando só com ele.
Escrito por ma às 01h06 AM
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Bichos & Caprichos
Estava demorando para eu começar a falar em bicho....
Trabalho com eles e para eles.
Sou daquele tipo de pessoa que, desde criança (faz tempo isso....) sempre teve pêlo de cachorro grudado na roupa. Morava em apartamento, mas tive a sorte de ter pais que também gostavam deles, e aceitavam a bicharada deitada no sofá, no tapete, na cama...
Quando criança, só pude ter cães. Meu pai era criador de curiós, e eles valiam uma fortuna. Imagine...gato em casa nem por fotografia.
Claro, sou um ser normal, então tive um pequinês...essa raça que fez tantos veterinários milionários....hora era o olho que pulava da órbita, hora era a frágil pele que não parava de coçar. Pena serem tão raros hoje em dia.
Tive vira-latas, pastores, boxers, mas um cocker spaniel neurótico foi a minha paixão. Mordeu TODOS de casa (exceto eu...claro...), mutilou orelhas, pés, mãos...mas era muito amado mesmo assim.
Nos tempos de faculdade, morando em república, a criação de cães era complicada. Morava-se no máximo um ano em cada endereço (a barra sujava, ninguém renovava aluguel), e muitas vezes em apartamentos, o que complicava manter um cão. Foi então a era do hamster, aquela criaturinha inquieta (como eu, hehehe), que certa vez fugiu dentro do ônibus durante uma viagem interestadual. Maior saia justa. Mas recuperei o roedor. Final feliz.
Ingenuidade a minha. Para não transportá-lo em sua gaiola, coloquei-o numa caixa de sapato...de papel. O bicho adorou aquilo. Meia horinha roendo, e o ônibus era todo dele.
No último ano de faculdade, realizei o sonho de ter um felino. A Carmem Lúcia , uma vira-latas muito estilosa, que me ensinou o que é um gato (a semelhança com um cão é apenas o número de patas).
Hoje em dia, dona do meu próprio nariz (será?), tenho um verdadeiro circo dos horrores em casa. Claro que tenho animais bonitos também, mas os feios e defeituosos prevalecem.
Começando pelos gatos (aos poucos, vou colocando fotos dos "bunitinhus")
-Ralph: o acaso o fez meu. Vítima de um câncer de pele incurável, que porém não ameaça a sua vida, este gato encabeça a lista do circo dos horrores. Cheio de feridas, os Pêlos faltam em várias partes do corpo (consequência de seu tratamento). Ia ser sacrificado por não ter quem cuidasse. Assumi o feioso.
-Lufty Alli: a vergonha dos persas. Bonachão como todo persa, foi doado para mim pois não tinham mais paciência de tratar seus inúmeros problemas de saúde. Um dia ele já foi branco (inclusive foi capa de revista!)

O Lufty me valeu uma disputa judicial com uma louca que o queria para ela...Esses gatos...
-Frajola: Claro que é preto e branco, e é claro também que vive tentando arrombar a gaiola do nosso periquito australiano. O charme dele é um bigode preto. O "pai" dele é meu filho, Biel. Graças ao Frajola, já demos muitos gritos histéricos em casa, quando ele resolve nos presentear com camundongos.
-Kitty: essa vira-latas é a prisioneira da minha filha Isa. A coitadinha não sabe o que é um sereno da noite sobre os pêlos. Ela não cresceu muito. Digo para a Isa que ela não pôde crescer porque bicho nenhum cresce no colo.
Aguardem nos próximos posts: Os cães, as corujas, as tartarugas, o periquito, e os sapos (com fotos explícitas!)
Escrito por ma às 11h49 PM
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Nossa...este blog tá muito triste. Achei que uma foto de um pôr do sol iria alegrá-lo. Gostou?
Escrito por ma às 11h34 PM
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Ricardo Freire
"Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando e possa estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna: o gerundismo.
Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela Internet.
O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando.
Sinta-se livre para estar fazendo tantas cópias quantas você vá estar achando necessárias, de modo a estar atingindo o maior número de pessoas infectadas por esta epidemia de transmissão oral.
Mais do que estar repreendendo ou estar caçoando, o objetivo deste movimento é estar fazendo com que esteja caindo a ficha nas pessoas que costumam estar falando desse jeito sem estar percebendo.
Nós temos que estar nos unindo para estar mostrando a nossos interlocutores que, sim!, pode estar existindo uma maneira de estar aprendendo a estar parando de estar falando desse jeito.
Até porque, caso contrário, todos nós vamos estar sendo obrigados a estar emigrando para algum lugar onde não vão estar nos obrigando a estar ouvindo frases assim o dia inteirinho.
Sinceramente: nossa paciência está estando a ponto de estar estourando.
O próximo "Eu vou estar transferindo a sua ligação" que eu vá estar ouvindo pode estar provocando alguma reação violenta da minha parte.
Eu não vou estar me responsabilizando pelos meus atos.
As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia.
Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing.
Daí a estar pensando que "We'll be sending it tomorrow" possa estar tendo o mesmo significado que "Nós vamos estar mandando isso amanhã" acabou por estar sendo só um passo.
Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios.
Todo mundo passou a estar marcando reuniões, a estar considerando pedidos e a estar retornando ligações.
A gravidade da situação só começou a estar se evidenciando quando o diálogo mais coloquial demonstrou estar sendo invadido inapelavelmente pelo gerundismo.
A primeira pessoa que inventou de estar falando "Eu vou tá pensando no seu caso" sem querer acabou por estar escancarando uma porta para essa infelicidade lingüística estar se instalando nas ruas e estar entrando em nossas vidas.
Você certamente já deve ter estado estando a estar ouvindo coisas como "O que cê vai tá fazendo domingo?", ou "Quando que cê vai tá viajando pra praia?", ou "Me espera, que eu vou tá te ligando assim que eu chegar em casa".
Caramba! O que a gente pode tá fazendo pra que as pessoas tejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações?
A única solução vai estar sendo submeter o gerundismo à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o "a nível de", o "enquanto", o "pra se ter uma idéia" e outros menos votados.
A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito? SOCORROOOOOOOOOOO..."
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Frase da Semana
Se o Horário oficial é o de Brasília, pq devemos trabalhar de segunda e sexta feira?????
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Escrito por ma às 11h01 AM
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Sacaneando os americanos
Retirado do Chucrutes e Abobrinhas (link ao lado)
Sacaneando os americanos
Dez coisas que o Brasil poderia fazer para sacanear americanos em aeroportos:
10- Mandar todo mundo repetir a frase "Três pratos de trigo para três tigres tristes" até acertar.
9- Divulgar um show gratuito de mulatas e depois desmentir tudo.
8 - Apertar o peito de todas as americanas para checar denúncias de "importação ilegal de silicone".
7- Vestir toda a equipe do aeroporto de índio e iniciar um ritual canibal.
6- Deixar a PM carioca fazer o cadastramento dos turistas através da tecnologia "tapa na cara para deixar de ser malandro".
5- Colocar uma porção de moleques malabaristas com bolas de tênis pedindo trocado na hora do desembarque.
4- Escolher aleatoriamente um turista, apontar para o gringo e gritar "Ele tem uma bomba!".
3 - "Desculpem senhoras e senhores, mas agora vamos ter que descer e empurrar o avião para ver se pega no tranco."
2- Fazer todo mundo dançar na boquinha da garrafa antes de passar pelo detector de metais.
1- Perguntar qual é a capital do Brasil e extraditar quem responder "Buenos Aires".
Escrito por ma às 10h34 PM
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Inventário do aniversário
Pois é, meus queridos, fazer 42 anos de idade não é nada animador. Aliás, passou dos 30, nunca mais deveríamos comemorar.
Realmente não me sinto com essa idade, ou pelo menos não me sinto aquela figura que eu imaginava que eram as pessoas depois dos quarenta.
Embora um pouco fora de forma, ainda "dou um bom caldo", ainda tenho pique para conquistar bastante coisas na vida, ainda me sinto capaz de seduzir, ainda me vejo como uma mãe moderna. As pessoas de mais de quarenta anos hoje, tem a mesma cara das pessoas de trinta, de 20 anos atrás. Estou enganada?
Mas foi um aniversário gostoso.
O boteco de ontem, surpreendentemente foi uma delícia. Acabou aparecendo mais pessoas do que esperávamos, ganhamos champagne (na verdade uma sidra beeem doce, que funcionou como uma "sobremesa" depois de tanta cerveja), e foi bem animado. Éramos em dois aniversariantes.
Tomei bastante cerveja, e acho que Deus quis me presentear, porque incrivelmente não tive ressaca. Acordei bem hoje.
Hoje recebi muitos cartões virtuais de amigos, muitas palavras de carinho pela internet e telefone.
Gostei deste aniversário. Ano que vem quero fazer 42 de novo .
Escrito por ma às 08h55 PM
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