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Maior dó do pinguim....
Você está ai sem fazer nada? Entediado? Com raiva de alguém? Sem expectativas? Achando que o mundo vai desabar sobre a sua cabeça? Mal amado? Incompreendido e injustiçado?
Então tente arremessar o pinguim o mais longe possível.
Depois disso, você vai ser um sério candidato ao suicídio...
http://www.vickygsm.cz/public/penguin_baseball.swf
Escrito por ma às 01h01 AM
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A parada gay parou SP-parte 1
Adoro os homossexuais masculinos.
Conheço alguns.
Muitos são meus clientes, e posso dizer com toda a segurança que são caprichosos, educados, inteligentes, simpáticos e bem humorados.
Na vida pessoal, tenho alguns amigos gays, e me dou maravilhosamente bem com eles. Acredito que a certeza da falta de “outras intenções” faça com que a sinceridade seja a base dessas amizades. Por isso elas duram muito; são cheias de cumplicidade.
Bom....eu, particularmente, acredito não ter nenhuma tendência homossexual. Pelo contrário. Quanto mais macho, mais eu gosto, ...
Estou explicando tudo isso para chegar ao assunto, sem ser mal interpretada.
Meu Deus ...Quanta gente na Parada Gay da Av. Paulista , neste ano...
Claro, nem todo mundo lá é homossexual. Os simpatizantes comparecem em peso.
É uma bonita causa. Todos temos o direito de sermos felizes.
Quando eu ainda cursava a faculdade, morando em uma república, num certo janeiro veio a bomba: a irmã da dona do apartamento iria morar com a gente, e ela é homossexual.........Cabrum!!!!!!
Confesso que tive medo. Eu nunca havia convivido tão de perto com uma.
Logo que ela chegou, já fui explicando:
1. Não entre no meu quarto sem bater
2. Não entre no banheiro enquanto eu estiver lá
3. Não tenho nada contra você, mas meu caminho é outro.
Fui meio grossa, preconceituosa . Eu estava assustada! Mas tudo o que pedi à ela, pediria também para um rapaz, caso a republica fosse mista.
Com o passar do tempo, vi que ela era um amor, e ficamos amigas.
Percebi que para acabar de vez com o preconceito, é preciso conhecer e conviver com uma homossexual. Eles não são monstros.
Recebi dias atrás , um e-mail muito engraçado, que vou reproduzir aqui.
Ele mostra a preocupação que nós , as mulheres paulistas, ficamos depois que fizemos as contas. São raríssimos os homens heterossexuais e descompromissados em São Paulo.
Veja abaixo:
Escrito por ma às 08h47 PM
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A parada gay parou SP-parte 2
Se considerarmos 1.500.000 (um milhão e quinhentas mil) pessoas na última passeata GAY de São Paulo, e compararmos com os dados do IBGE, a que conclusões podemos chegar?
1º. Sabemos que a população da capital é de 20.000.015 de pessoas (Vinte milhões e quinze);
2º. Destes, 55 % são mulheres ( 11.000.000 )
3º. 15 % são de idosos sem aptidões sexuais (3.000.000);
4º. 21% estão na faixa etária de até 12 anos, sem portanto prática ou preferência se.xual (4.200.000)
5º. 1,5 % da população é de pessoas sem qualquer contato com a sociedade e vivem internadas em hospitais, prisões, manicômios, etc. (300.000)
6º. Restam portanto cerca de apenas 1.500.015 pessoas. Se descontarmos o número de participantes da PASSEATA GAY de São Paulo, temos:
7º. Conclusão lógica - Tirando EU e uns 14 paulistas, o resto é tudo boiola!!!
Agora, o que me preocupa é:
Se restam apenas 14 e nessa minha lista de e-mails tem mais de 30 pretensos homens, chego à seguinte conclusão:
Existe uma chance MUITO grande de você ser viado!
Sucesso na sua opção.
Escrito por ma às 08h46 PM
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Banheiro da Dayane dos Santos
Em ritmo de Olimpíadas
Escrito por ma às 05h27 PM
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Queria que o Mário Quintana fosse o meu avô....
Amor por Mario Quintana
Para meus amigos que estão...SOLTEIROS. O amor é como uma borboleta. Por mais que tente pegá-la, ela fugirá. Mas quando menos esperar, ela estará ali do seu lado. O amor pode te fazer feliz, mas às vezes também pode te ferir. Mas o amor será especial apenas quando você tiver o objetivo de se dar somente a um alguém que seja realmente valioso. Por isso, aproveite o tempo livre para escolher. Para meus amigos NÃO SOLTEIROS. Amor não é se envolver com a "pessoa perfeita", aquela dos nossos sonhos. Não existem príncipes nem princesas. Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos. O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser. Para meus amigos que gostam de...PAQUERAR. Nunca diga "te amo" se não te interessa. Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. Nunca toque numa vida, se não pretende romper um coração. Nunca olhe nos olhos de alguém, se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti. A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você, quando você não pretende fazer o mesmo... Para meus amigos...CASADOS. O amor não te faz dizer "a culpa é", mas te faz dizer "me perdoe". Compreender o outro, tentar sentir a diferença, se colocar no seu lugar. Diz o ditado que um casal feliz é aquele feito de dois bons perdoadores. A verdadeira medida de compatibilidade não são os anos que passaram juntos, mas sim o quanto nesses anos, vocês foram bons um para o outro. Para meus amigos que têm um CORAÇÃO PARTIDO. Um coração assim dura o tempo que você deseje que ele dure, e ele lastimará o tempo que você permitir. Um coração partido sente saudades, imagina como seria bom, mas não permita que ele chore para sempre. Permita-se rir e conhecer outros corações. Aprenda a viver, aprenda a amar as pessoas com solidariedade, aprenda a fazer coisas boas, aprenda a ajudar a própria vida. A dor de um coração partido, é inevitável, mas o sofrimento é opcional. E lembre-se: é melhor ver alguém que você ama feliz com outra pessoa, do que vê-la infeliz ao seu lado. Para meus amigos que são...INOCENTES. Ela(e) se apaixonou por ti, e você não teve culpa, é verdade. Mas pense que poderia ter acontecido com você. Seja sincero, mas não seja duro; não alimente esperanças, mas não seja crítico; você não precisa ser namorado(a), mas pode descobrir que ela(e) é uma ótima pessoa, e pode vir a se tornar uma(um) grande amiga(o). Para meus amigos que têm MEDO DE TERMINAR. Às vezes é duro terminar com alguém, e isso dói em você. Mas dói muito mais quando alguém rompe contigo, não é verdade? Mas o amor também dói muito quando ele não sabe o que você sente. Não engane tal pessoa, não seja grosso(a) e rude esperando que ela(e) adivinhe o que você quer. Não a(o) force terminar contigo, pois a melhor forma de ser respeitado é respeitar. E a melhor forma de respeitá-la(o) é sendo verdadeiro(a) e sincero(a). Lembre-se... o tempo passa e não volta atrás. Pra terminar....... Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata...
Escrito por ma às 11h31 PM
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As corujinhas
Posso prometer muitas coisas neste blog, e não conseguir cumprir a metade.
Acredite ou não, isso me incomoda. Não sossego enquanto não cumpro.
Meses atrás prometi publicar fotos dos meus bichos.
Publiquei de dois. Ainda faltam muitos (fiquei aqui um tempão tentando contar meus bichos por unidade, mas fiz e refiz as contas, e em nenhum momento a conta bateu. Deixa pra lá, então...).
Hoje tentei fotografar 4 deles.
Fotografar animais é difícil, exige técnica e uma boa câmera. Não tenho nenhum dos dois.
O photoshop para mim serve para transformar fotos bmp em jpg. Nada mais (fico me perguntando por que então ele ocupa tanto espaço no hd...).
O pouco que conheço de técnica para fotografar animais, consiste em ter muita paciência, tirar dezenas de fotos para selecionar uma ou duas que se prestem, fotografar no mesmo plano em que o animal está (fotos tiradas de cima ficam horríveis, deformam o bicho), e de preferência, não incluir pessoas na foto, se o que se pretende mostrar é o próprio bicho.
Hoje aprendi mais uma, que não vi escrito em nenhum manual: é muito difícil fotografar seu próprio bicho. Assim que se agacha para ficar no mesmo plano, os danadinhos vem correndo em sua direção, pensando que é hora da farra.
Por isso não vou publicar hoje fotos de dois dos meus cães. Fotografei focinhos...era eu abaixar, e lá vinham eles correndo tentando me derrubar no chão.
Mas hoje vou mostrar uma das corujinhas.
Não se deve criar corujas em cativeiro. Isso é crime.
Mas eu não escolhi cria-las.
Elas caíram do ninho, recém-nascidas, e a mãe não veio procura-las durante um dia inteiro. Já estavam fracas e geladas quando resolvi ser mãe-coruja. Coloquei numa caixinha, aqueci e alimentei, mesmo sem ainda saber que tipo de ave era aquela.
Escrito por ma às 10h57 PM
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As corujas (pelo menos as Ottus choliba, que é a espécie do Tico e do Teco) nascem com penugens brancas, horrorosas, cheiram mal, ainda não tem os olhos arregalados, e não viram o pescoço como a menina do filme “O Exorcista”. Por esse motivo eu não tinha idéia de qual bicho estava socorrendo. Apostava até que fossem urubus, devido ao aspecto e ao cheiro.
Cresceram convivendo com humanos e cães.
Quando as penas cresceram e aprenderam a voar, uma fugiu, e foi recapturada dias depois, à poucos metros do viveiro, suja e faminta, semi-morta. Não soube se virar. Teve sorte de não ser apanhada por um cão, gato ou humano desnaturado.
Tentei doa-las para zoológicos de todo o Brasil, mas a espécie existe em abundância, e por isso essas instituições não tiveram interesse em mais dois bicos para serem alimentados.
Continuam aqui, comendo ração canina umedecida, e com sorte de vez em quando um besouro ou grilo. Nunca viram um camundongo na vida (se você pesquisar na internet, verá que todas as orientações alimentares indicam camundongos recém-nascidos como alimento).
As minhas comem ração de cachorro há 5 anos, e nunca ficaram doentes.
São animais muito pequenos (essa é a menor espécie de coruja), pesando pouco mais de 100 gramas.
Vira e mexe alguns amigos as vêem, se encantam e pedem de presente. Claro que não dou! O crime é meu! As corujas são minhas filhas adotivas.
Para aqueles que compreendem a importância que elas tem na minha vida e por isso me pedem para “arranjar uma igual”, dou um sermão de horas, explicando que não se deve captura-las, e que, se algum dia cair mais algumas corujinhas recém-nascidas no meu quintal, posso até pensar no caso. Seria equivalente a ganhar na megasena acumulada duas vezes. Não é impossível, rs...
Algumas pessoas dizem que corujas trazem má-sorte. Protesto!
Corujas são o símbolo da sabedoria, isso sim!
Quem nunca viu o desenho de uma coruja com chapéu de professor, óculos fundo de garrafa e uma varinha na ponta da asa , apontando para uma lousa?
Eis aqui agora a foto . Delicie-se....
Escrito por ma às 10h57 PM
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Escrito por ma às 10h55 PM
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Ah...agora tô entendendo....
Machos traem porque possuem o gene da traição, diz pesquisa
Hormônio pode confirmar que os homens têm necessidade biológica de mais parceiras
David Wahlberg Em Atlanta
Como transformar um macho promíscuo num macho leal com a sua parceira? Por meio da terapia genética - isso, se ele for um rato silvestre, claro. Depois de os cientistas do Centro Nacional de Pesquisas sobre Primatas Yerkes da Universidade Emory, terem ministrado um gene, que estimula um hormônio que favorece a integração social, dentro do cérebro de ratos silvestres não-selecionados, essas criaturas que se parecem com camundongos começaram a namorar as suas parceiras, ignorando as outras fêmeas.
Mas nem por isso as mulheres já podem se considerar como vitoriosas e trocarem os seus instintos de preservação monogâmicos por pílulas de Viagra para o seu homem. Pelo menos, ainda não.
Contudo, a mágica hormonal que foi praticada sobre os ratos silvestres poderia conduzir a uma melhor compreensão da dependência que causam as drogas e de desordens do comportamento tais como o autismo.
Quanto à fidelidade na relação conjugal, os seres humanos se caracterizam por serem criaturas mais complicadas, explicam os pesquisadores. Além disso, os valores familiares demonstrados pelos ratos silvestres têm mais a ver com o fato de dormirem sob o mesmo teto do que na mesma cama.
Para os especialistas dos círculos da biologia, a monogamia pode ser definida no plano social, mas não no plano sexual. Isso significa que um macho e uma fêmea se atraem, se relacionam, formam um ninho e criam os resultados juntos. Mas eles não deixam, às vezes, de "pular a cerca" quando a oportunidade se apresenta.
"A maioria das pessoas acredita que monogamia significa um relacionamento exclusivo com o seu parceiro, mas os animais não agem assim", explica Larry Young, um cientista especializado em neurologia do centro Yerkes e autor do estudo sobre ratos silvestres que foi publicado na edição desta quinta-feira (17/06) da revista "Nature".
"De qualquer forma, as pessoas nem mesmo são realmente fiéis, a não ser que exista um outro fator interferindo, tal como a religião, que as obriga a observarem uma monogamia rígida".
Os cientistas estudaram duas espécies de ratos silvestres que se comportam de maneira diferente na natureza: os ratos das planícies do Meio-Oeste, que tendem a ser monogâmicos, e os ratos dos prados, da Costa Leste, conhecidos pelo seu comportamento extremamente liberal.
Ambas as espécies, assim como ocorre com muitos mamíferos, emitem um hormônio quando fazem sexo chamado vasopressina. Mas as áreas de percepção do prazer no cérebro dos ratos das planícies são estimuladas de uma forma muito mais efetiva pela substância do que as dos ratos dos prados, explica Young. Isso conduz os ratos das planícies a associarem o prazer do sexo com o odor emitido por uma parceira específica, enquanto os ratos dos prados aprendem a gostar de sexo com toda e qualquer rata que esteja à mão, acreditam os pesquisadores.
Os cientistas utilizaram um vírus inofensivo para injetar um receptor do gene da vasopressina dentro dos centros de percepção do prazer no cérebro de vários ratos dos prados machos. Um mês mais tarde, eles colocaram esses animais peludos dentro de gaiolas junto com fêmeas e filmaram em vídeo os pares que eles formaram para verificar como eles se relacionavam.
No dia seguinte, os machos foram colocados dentro de gaiolas entre as suas parceiras e novas fêmeas. Os ratos dos prados machos se acariciaram e fizeram sexo com as suas parceiras por um período de tempo sete vezes mais longo do que com as novas e tentadoras desconhecidas - do mesmo jeito que os ratos das planícies costumam fazer normalmente.
Mas aquilo representava uma grande mudança em relação ao período no qual os ratos dos prados ainda não haviam tomado a injeção, quando eles se interessavam por toda e qualquer fêmea, sem distinção, pouco importando qual fosse a sua história sexual.
O estudo sugere que o amor - ou ao menos algum tipo de devoção - é estimulado por processos bioquímicos, diz Young. A chave da questão não é de saber se os animais possuem o gene da vasopressina, e sim se o gene é ativado no lugar certo.
"Isso mostra que um simples gene, numa única área do cérebro pode ter um impacto profundo sobre o comportamento social e sobre a capacidade de travar laços sociais", conclui Young.
Os humanos também produzem a vasopressina, mas Young explica que ainda não falta descobrir ao certo quais partes do cérebro das pessoas respondem ao seu estímulo. Além disso, o relacionamento social humano é muito mais complicado do que um gene ou um hormônio.
Mesmo assim, as futuras pesquisas sobre a vasopressina poderiam ajudar a explicar melhor a dependência das drogas e o autismo, os quais envolvem problemas com os circuitos bioquímicos do cérebro que têm vínculos com o relacionamento social, explica o cientista em neurologia.
E, por fim, algum dia, esta pesquisa também poderia ajudar a explicar por que nós somos fiéis ou "pulamos a cerca".
Tradução: Jean-Yves de Neufville Visite o site do Cox News
Escrito por ma às 04h22 PM
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Lugar que eu nunca gostei de freqüentar é banco.
Quando criança, era aquele barulho de carimbo forte, que me fazia piscar, e me assustava.
Hoje não se usam mais carimbos, mas, tenho lá meus motivos para não me sentir bem dentro de um ....rs....
Só que na semana passada e de novo nesta, precisei ir pessoalmente ao banco (sempre mando a funcionária) e acabei me divertindo.
Aqui onde moro, um bairro afastado “da cidade”, quase um lugarejo, temos apenas um posto bancário. Não é uma agência. (Para o bairro que recebeu seu primeiro – e ainda único- semáforo no ano passado, não deveria esperar que tivesse um banco).
Esse posto bancário ocupa um salão.
Fecha as três da tarde, e não às 4, como as agências. Não me pergunte o por que.
Nada de salinhas privativas para clientes vip, não.
Tudo se resolve ali, naqueles poucos metros quadrados.
Três caixas automáticos antes da porta rotatória, e dentro do salão apenas 2 caixas com fila única e duas mesinhas onde se senta o gerente (que muda mensalmente, nem adianta fazer amizade para conseguir privilégios...) e outro funcionário itinerante, pois a cada acesso que precisam ao computador, senta um funcionário diferente.
Bom, tendo as informações que dei acima, fica fácil imaginar a cena da semana passada.
Hora do almoço, o posto bancário lotado, a fila do caixa imensa, quando de repente entra um cow-boy (camisa xadrez, calça jeans surrada, bota de cano alto) falando alto e gesticulando muito, cumprimentando até a própria sombra.
Todo mundo sorriu para ele, mesmo depois que informou que furaria a fila, porque ainda tinha muito serviço naquele dia.
Só eu não sorri...estava com pressa, e nunca tinha visto aquele cow-boy mais gordo (e olha que já era bem barrigudinho, barriga típica de quem toma cervejas diariamente no final do expediente).
Da boca do caixa, ele grita para um cliente que acaba de entrar no banco:
“-Hoje ninguém me segura. Já mandei três só de manhã. Até o fim do dia eu limpo esse bairro”.
Pensei: Será um justiceiro? Por isso todo mundo sorri pra ele? De medo? E eu aqui com essa cara amarrada?
Comecei a sorrir também....claro, que eu não sou boba nem nada.
Até que chegasse a minha vez na fila (ainda mais com os privilégios de alguns cow-boys), tive tempo suficiente para conversar com as pessoas da fila e descobrir que aquele era um investigador da polícia, ou coisa que o valha, muito temido pela bandidagem local, por ser conhecido como alguém que não tem amor à vida.
Na dúvida, mantive um largo sorriso no rosto, até que eu o visse saindo do posto bancário.
Vai que....
(continua no próximo post)
Escrito por ma às 07h50 PM
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Ir ao banco também é viver-parte 2
......................................
Hoje fui de novo pessoalmente ao banco.
Na fila de hoje (não apareceu nenhum cow-boy), tive tempo para perceber o passar do tempo.
Parece que cheguei neste bairro há poucos dias.
Mas já estou completando 18 anos aqui.
Reconheci na minha frente a vizinha de onde vim morar logo que cheguei aqui.
Do alto da minha casa, eu conseguia ver grande parte da sua casa mais baixa, e todos os ruídos de lá inevitavelmente eram ouvidos de qualquer cômodo da minha casa.
Moravam na casinha baixa um casal de velhos e um casal mais novo.
O velhinho, muito fofo, alto, magro, enrugadinho e olhos muito azuis, era o fundador do bairro. O primeiro morador, ou melhor...desbravador ! Bastava encontrá-lo na porta de casa pela manhã, que uma aula sobre o passado nos era dada. Contava que aquela rua era um morro, que possuía terras agricultáveis onde existem lojas...e ainda de quebra nos dava conselhos sobre como fazer determinada planta florir (era jardineiro).
Daquele casal mais novo que morava com ele, um dia veio a notícia: a moça estava grávida.
Logo a alegria da gravidez foi transformada em preocupações, pois, modestos como eram, não estavam preparados para criar as gêmeas que estavam naquela barriga.
Da sacada da minha casa, pude ver que o rapaz conseguiu um emprego no transporte escolar municipal das crianças . A perua sempre pernoitava lá. Legal! Agora melhoram de vida para criar as gêmeas.
Tempos depois nasceram duas loirinhas de olhos azuis (a cara do avô), tão lindas que renderam uma graninha extra com uma propaganda que fizeram por ai.
Mudei dessa casa quando ainda eram muito pequenas, e nunca mais as vi.
Voltando à história do banco:
Hoje a mãe das gêmeas estava na minha frente na fila do banco.
O mesmo cabelo de sempre, não mudou quase nada, apenas tem algumas rugas no rosto. Não consegui lembrar o nome dela.
Pergunto das gêmeas: estavam ali do lado de fora do banco, duas adolescentes loiras de olhos azuis, iguaizinhas, e a mãe na fila do banco, pagando algumas contas que fez para comemorar o aniversário de 15 anos.
15 anos!!!!
Não teve mais filhos...
Disse que depois do susto de ter gêmeas, ela e o marido resolveram “dormir a noite toda”, para não correrem mais riscos.
Rimos bastante e relembramos de um tempo muito bom da minha vida, onde eu estava iniciando a minha carreira, com poucas preocupações, alguém para amar e ser amada, com tempo para conhecer os vizinhos.
Acho que estou ficando velha...ou melhor, madura.
Escrito por ma às 07h50 PM
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É a vida- parte 1
Dias vem, dias vão, e eu vou sobrevivendo sem nenhum arranhão....
Ué, isso é letra de música!
Ah, Cazuza. Deve estar aqui mais superficial na minha memória porque tem tocado Cazuza, na onda do lançamento do filme.
Não assisti.
Aliás, não assisto à um filme adulto no cinema há anos.
Uma vergonha isso...eu sempre gostei demais de cinema...mas tomara essa fosse a única coisa que eu gosto de fazer, e que tenha me privado nos últimos anos.
Bom, mas voltando à frase inicial....
Sabe quando acontece tudo de ruim e mais um pouco, de uma vez só?
Pois é...acontece...
Tem suas vantagens: você acaba nem sabendo o porque está sofrendo, ou qual das partes da avalanche te atingiu em cheio. Não há como achar culpados no meio dos escombros.
Mas Deus foi muito generoso comigo e me deu o dom de me achar mais forte, quanto maior é o problema que eu enfrento.
Me sinto P-O-D-E-R-O-S-A !!!!!!
Verdade que esse efeito especial não dura a vida toda, e quando eu caio, desabo.
Ainda não desabei.
Por isso estou sem nenhum arranhão.
Mas bolg não é sessão de análise, e vamos partir para outros assuntos.
Um de meus gatos fez xixi no meu aparelho de som portátil.
Ai, se eu pego!
(Se eu pego, não faço nada, rárárá)
Aparelho ganhado, desses bons de se colocar ao ar livre quando tem churrasco, ou deixar como som de fundo quando se trabalha muito com as mãos e nada com a boca (não faço uma cirurgia sem ele). Mas não é porque não paguei por ele que devo aceitar passivamente uma mijada.
Desde que ganhei, passou mais tempo na assistência técnica do que comigo (o cd não toca, nem à pau). Agora, com cheiro de xixi de gato, nem vou ter cara de aparecer na oficina com ele. Não tem garantia contra gatos territorialistas.
Aliás, isso de gatos aconteceu na minha vida depois de adulta.
(continua no próximo post, porque o Uol tá achando que eu escrevo demais.)
Escrito por ma às 07h48 PM
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É a vida...parte 2
Quando criança, meu pai era criador de curiós (para quem não sabe, curió é um passarinho, ta?), daqueles valiosos, que eram levados em concurso e valiam a maior grana.
Apesar da família toda gostar muito de bichos, o gato nunca teve vez na casa do meu pai. Imagine que banquete caro se o gatinho resolve almoçar passarinho?
Então tive cães, muitos , vários, curiós, canarinhos, hamsters, coelhos, porquinhos da índia, pombinhas (meu pai dizia que eu criava piolhos e não pombas...) e até um porquinho por uns dias (virou ceia de natal logo depois de chegar, e isso foi a primeira decepção que eu tive com um adulto na minha vida- imagine matar aquela gracinha, e ainda ter coragem de comer).
Gato não.
Gato era proibido, e desconfio que aqueles gatos que amanheciam mortos na vizinhança tivessem seu destino traçado com a ajuda do meu pai.
Já adulta, morando sem a família para fazer a faculdade em outro estado, ganhei minha primeira gata, a Carmem Lúcia. Linda a Carmem.
Cinza e branca, olhos cor de cobre.
Vira-latas, ou como se prefere dizer hoje em dia: PCB (pêlo curto brasileiro).
Eu poderia até escanear uma foto dela no meu scanner preto e branco, que não faria diferença. As cores dela eram matizes de preto e branco mesmo.
Mas o scanner já era. Queimou numa oscilação de luz.O nobreak, que evitava esses prejus, queimou em outra oscilação...ô sorte!
Hoje em dia tenho muitos gatos. Aprendi a gostar deles, e consegui que vivessem harmoniosamente com uma periquita e as duas corujinhas.
Meu pai deveria saber que isso era possível...pena que não deu tempo.
Gosto demais dos bichos. De todos, indistintamente (menos sapos, cobras e lagartos).
Os bichos não nos decepcionam, não nos abandonam por nada, não nos trocam, não tem interesses no convívio com o dono (exceto a raçãozinha de boa qualidade e água fresca no pote), estão sempre prontos para nos atender quando queremos a companhia deles.
Quanto mais conheço os humanos, mais gosto dos bichos.
Escrito por ma às 07h47 PM
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Xô, Dia dos Namorados.
Dia dos namorados? Mas que data mais comercial é essa? Ridículo isso de inventarem mais uma data para se gastar dinheiro. Fazer os pobres apaixonados gastarem o que tem e mais o que não tem só para cumprir a formalidade da data? E depois quando terminarem o namoro, e persistirem as prestações do carnê ? As Casas Bahia perdoam a dívida? Não agüento mais a praga do "quer pagar quanto???" metralhando os intervalos da novela, oferecendo celular. E o absurdo dessa promoção de cadastrar o telefone do namorado e pagar só 1 centavo o minuto da ligação celular/celular durante intermináveis 365 dias? E a chatice da enxurrada de e-mails que recebemos nesses últimos dias com outras ofertas para o dia dos namorados? E o congestionamento na net causada pelos avisos: quer mandar um cartão virtual para o seu namorado? Sábado não quero nem andar pelas ruas. Vou evitar ao máximo passar por praças onde possa haver um casal apaixonado trocando juras de amor e presentes... Restaurante? Nem pensar... No dia dos namorados só vai dar aquela melosidade de casaizinhos se entreolhando, mãozinhas dadas sobre a mesa, jurando passarem muitos dias dos namorados juntos. Dia 12 de junho é dia de fazer supermercado, de levar o carro pra lavar, de arrumar guarda-roupa, ou de ficar de pijamão de flanela e chinelinho de pelúcia o dia inteiro assistindo filminhos na tv, de fazer bolo com cobertura, de espremer cravos na frente do espelho do banheiro, de cortar as unhas dos pés, de fazer a lição junto com as crianças, de organizar certificados para anexar ao currículo... Isso sim são atividades proveitosas, importantes, memoráveis. Eita, inveja danada!!!!!!!!!
Escrito por ma às 10h30 PM
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Haloween x Dia do Saci
Bom...eu também as vezes assisto MTV...
E ontem, dando uma passada por lá, vi que rolava uma enquete prá lá de interessante.
Está em votação lá em Brasília, instituir no nosso Brasil varonil, o DIA DO SACI, a ser comemorado em 31/10, internacionalmente consagrado como haloween, ou dia das bruxas.
A intenção é folclorizar o dia, já que "haloween" nunca quis dizer nada para o brasileiro.
Glup...Acho que essa lei, se aprovada, não vai "pegar"...Já nos acostumamos à essa invasão na nossa cultura, e a maioria das crianças de hoje em dia não tem nem simpatia por aquele negrinho de uma perna só.
Vamos esperar para ver no que vai dar...
Escrito por ma às 11h41 PM
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Manipulação Digital
Bizarro....sem comentários....

 



Escrito por ma às 10h58 PM
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